
O Museu de Ciências Naturais da PUC Minas inaugura na próxima quarta-feira (17) a exposição "O Fenômeno Humano: o Caminhar da Humanidade". A mostra reúne mais de 300 peças, entre fósseis, reproduções, animais taxidermizados e esqueletos da fauna brasileira e exótica, para contar a história da evolução humana ao longo de milhões de anos.
A exposição ocupará uma área de 180 metros quadrados e ficará aberta para visitação de terça a sábado, das 9h às 17h. Os ingressos custam R$ 20, com opção de combo Museu e Planetário por R$ 32. Pessoas com mais de 60 anos, estudantes e crianças de 4 a 12 anos têm direito à meia-entrada. Crianças de até 3 anos não pagam. As entradas podem ser adquiridas pelo site do museu ou na bilheteria.
Parte do acervo é formada pela coleção iniciada na década de 1980 pelo paleontólogo Cástor Cartelle, fundador do museu e curador da coleção de Paleontologia. A narrativa da mostra começa com os mais antigos registros da evolução humana encontrados na África e acompanha o desenvolvimento dos primatas até o surgimento do Homo sapiens. O percurso também destaca a presença humana no território brasileiro.
“É a maior e mais elaborada exposição sobre a evolução humana do Brasil, entre as melhores e mais completas do mundo”, afirma o diretor do Museu, Henrique Paprocki.

Entre os destaques está a representação de Luzia, considerado o fóssil humano mais antigo encontrado na América do Sul. A personagem ganha um espaço próprio na exposição, acompanhada por uma reconstrução de seu núcleo familiar.
O projeto também inclui o documentário "A Fonte Cástor", lançado em 2025. O filme retrata a trajetória de Cástor Cartelle, pesquisador que dedicou mais de seis décadas ao ensino, à pesquisa e à divulgação científica. Ao longo da carreira, ele participou da descoberta de mais de 70 mil fósseis em diferentes regiões do país. O documentário está disponível gratuitamente no canal da PUC Minas no YouTube.
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