Nota oficial

Emive confirma que 12 funcionários estavam no prédio que pegou fogo; havia brigadistas no local

A operação para controlar fogo no prédio mobilizou 39 militares e 13 viaturas do Corpo de Bombeiros

Gledson Leão@gledson_leao
Publicado em 21/12/2025 às 13:18.Atualizado em 21/12/2025 às 15:41.
 (Reprodução/Vídeo)
(Reprodução/Vídeo)

A Emive Segurança Eletrônica, proprietária do prédio atingido por um incêndio no sábado (20), publicou uma nota oficial em suas redes sociais neste domingo (21) detalhando os impactos do fogo que atingiu a edificação na avenida Raja Gabaglia, bairro São Bento, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. Segundo a companhia, havia 12 pessoas no edifício no momento em que as chamas começaram. Duas delas receberam atendimento médico preventivo, mas já receberam alta e passam bem.

A empresa destacou que o incidente ocorreu em uma área restrita e não houve interrupção em suas atividades. Veja nota na íntegra:

O prédio segue interditado pela Defesa Civil devido ao risco de desabamento parcial e queda de materiais da fachada.

O incêndio que atingiu o prédio da Emive teve início na noite de sábado (20), no setor de almoxarifado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas se propagaram rapidamente devido à alta carga de material combustível, atingindo quatro dos cinco pavimentos da edificação e gerando temperaturas próximas de 2.000 graus, o que causou o colapso de janelas, portas e paredes de vedação.

No momento em que o fogo começou, 12 pessoas estavam no edifício. A primeira equipe dos bombeiros a chegar ao local auxiliou na retirada de quatro funcionários, enquanto outros ocupantes conseguiram escapar utilizando escadas para passar para um prédio vizinho.

A operação de combate às chamas durou cerca de 11 horas, mobilizou 39 militares e 13 viaturas. Durante os trabalhos, um bombeiro sofreu de hipertermia devido ao calor intenso e um civil inalou fumaça; ambos receberam atendimento médico e passam bem.

Interdição

Na manhã de domingo (21), a Defesa Civil realizou uma vistoria e interditou o imóvel por risco de desabamento parcial e perigo de queda de materiais da fachada, como vidros e reboco. Como medida de segurança, o estacionamento de um imóvel vizinho também foi isolado preventivamente.

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