Na Afonso Pena

Feira Hippie de BH terá 19 novos expositores a partir deste domingo (17)

Comerciantes se somam às mais de 1,5 mil barracas distribuídas em setores como vestuário, bijuterias, calçados, artes plásticas e alimentação

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 16/05/2026 às 08:00.
Além dos novos expositores, a Feira Hippie recebe neste domingo uma mobilização de conscientização sobre o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes (Divulgação/PBH)
Além dos novos expositores, a Feira Hippie recebe neste domingo uma mobilização de conscientização sobre o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes (Divulgação/PBH)

A Feira Hippie de Belo Horizonte contará com mais 19 expositores a partir deste domingo (17). Os novos comerciantes se somam às mais de 1,5 mil barracas espalhadas pela avenida Afonso Pena, no Centro, distribuídas em setores como vestuário, bijuterias, calçados, artes plásticas e alimentação.

Conforme a Prefeitura de BH, os expositores são beneficiados pelo Edital SMPU 044/2024, que contempla produtores residentes na capital que atuam nos segmentos de arte, artesanato, produtos de variedades e alimentação e bebidas.

Conscientização na feira

Além dos novos expositores, a Feira Hippie recebe neste domingo uma mobilização de conscientização sobre o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Serão desenvolvidas atividades lúdicas, ações educativas e distribuição de materiais informativos, com o objetivo de sensibilizar o público que circula pela região.

A diretora de Políticas para a Criança e Adolescente da PBH, Elisângela Mendes, destaca a importância de dar visibilidade ao tema em um espaço tão tradicional para moradores de BH e visitantes. “Para que a sociedade consiga enfrentar e superar essa grave realidade, é fundamental compreender profundamente o problema. Isso contribui para que famílias, crianças e adolescentes reconheçam situações de violência e façam denúncias quando houver esse tipo de violação de direitos”, disse.

A iniciativa integra o Maio Laranja, reconhecido nacionalmente como o mês de combate a esse tipo de violência. A campanha tem como foco especial o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, instituído em 2000. A data faz referência ao assassinato de Araceli, menina de oito anos que foi drogada, estuprada e morta em 18 de maio de 1973 em Vitória, no Espírito Santo. O caso acabou sem punição.

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