Procurados pela Justiça

Foragidos internacionais deportados dos EUA são presos no Aeroporto Internacional de BH

Brasileiros estavam foragidos por crimes graves como homicídio, ameaças graves e desacato

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 07/05/2026 às 11:51.Atualizado em 07/05/2026 às 11:53.
 (Divulgação/ PF)
(Divulgação/ PF)

Quatro brasileiros foram presos pela Polícia Federal após desembarcarem no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte após serem deportados dos Estados Unidos. Três deles possuíam seus nomes incluídos na Difusão Vermelha da Interpol (alerta vermelho) e eram procurados pela justiça brasileira por crimes graves. As prisões ocorreram na quarta (6), mas as informações foram divulgadas nesta quinta-feira (6). 

O primeiro capturado, um homem de 41 anos natural de Novo Oriente de Minas, no Vale do Mucuri, foi condenado a 17 anos e 4 meses de reclusão por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O crime ocorreu em 2007, na zona rural de Ataléia, onde o autor assassinou a vítima por motivo fútil e com requintes de crueldade. O mandado de prisão foi expedido pela 1ª Vara Criminal de Teófilo Otoni. 

O segundo detido, de 48 anos e natural de Mantenópolis, no Espírito Santo, era procurado pela 2ª Vara Criminal de Vilhena. Ele é acusado de realizar ameaças graves, inclusive de morte, contra sua ex-companheira e o filho menor do casal. As investigações apontam que, mesmo residindo no exterior, o indivíduo enviava áudios e imagens de armas de fogo às vítimas e teria tentado contratar facções criminosas para a execução do crime em Rondônia.

O terceiro tem 38 anos e teve a prisão definitiva por homicídio qualificado determinada pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Governador Valadares, fixada em 12 anos de reclusão. 

Por fim, houve também a prisão de um homem de 30 anos, que não está incluído na difusão vermelha da Interpol. O suspeito teria um mandado judicial de prisão preventiva em aberto, pelo cometimento do crime de trânsito e desacato.

Após o desembarque e o cumprimento dos mandados judiciais, os presos foram submetidos a exames de corpo de delito e encaminhados ao sistema prisional (CERESP Gameleira), onde permanecem à disposição da Justiça.

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