
Além das vidas perdidas e destruição sem precedentes, Juiz de Fora enfrenta um turbilhão de problemas, levando transtornos até mesmo à população que não foi diretamente atingida pelas inundações e deslizamentos de terra. Dez unidades de saúde estão fechadas, aulas nas escolas públicas seguem suspensas, ônibus circulam com horários e rotas restritas e 26 vias estão interditadas. Até o momento, o desastre já deixou 49 mortos na cidade da Zona da Mata.
Após o novo temporal registrado na noite dessa quarta-feira (26), a prefeitura atualizou o balanço de ruas e avenidas interditadas. A mais recente inundação deixou vias totalmente bloqueadas em diferentes regiões da cidade. A orientação é que motoristas evitem deslocamentos desnecessários e busquem rotas alternativas. Veja a lista aqui.
Em postagem divulgada nas redes sociais, a administração municipal afirma que o transporte coletivo da cidade segue em operação de segurança. As rotas vêm sendo modificadas diariamente, à medida que as condições de tráfego são atualizadas.
Na área da saúde, 10 das 65 Unidades Básicas de Saúde (UBS) estão fechadas nesta quinta-feira (26) - clique aqui e veja a lista. De acordo com a prefeitura, o atendimento às vítimas da tragédia também é realizado em abrigos.
As chuvas também alagaram o subsolo do Hospital de Pronto Socorro (HPS) de Juiz de Fora, área que abriga setores administrativos, o refeitório e o almoxarifado do prédio. De acordo com a prefeitura, não houve qualquer impacto sobre a estrutura hospitalar ou sobre os atendimentos, que seguem normalizados.
Escolas pública fechadas
As escolas municipais e estaduais de Juiz de Fora seguem com as aulas suspensas. A Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG) informou que a situação nos municípios da Zona da Mata está sendo monitorada para uma retomada segura das atividades. Segundo a pasta, as aulas serão repostas, posteriormente, cumprindo os 200 dias letivos previstos.
*Estagiário, sob a supervisão de Renato Fonseca