Sem prazo pra voltar

Mais de 380 mil consumidores de BH e região metropolitana estão sem luz após temporal

Só em BH, 221 mil clientes tiveram o serviço interrompido

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 25/10/2026 às 18:23.Atualizado em 25/10/2026 às 18:33.
Chuva em BH e região Metropolitana deixa vários lugares sem energia (Valéria Marques / Hoje em Dia)
Chuva em BH e região Metropolitana deixa vários lugares sem energia (Valéria Marques / Hoje em Dia)

O temporal que atingiu Belo Horizonte e a Grande BH no início da tarde deste domingo (25) de eleição, deixou mais de 380 mil clientes. Só na capital, 221 mil consumidores tiveram o serviço interrompido. De acordo com a Cemig, ainda não há um prazo para o restabelecimento, mas centenas de equipes estão mobilizadas durante toda a noite e a madrugada para realizar reparos na rede elétrica. A informação foi atualizada às 17h.

O interior do Estado também sofre com o mesmo problema. Em Patos de Minas, na região do Alto Paranaíba, rajadas de vento de até 150 km/h fizeram com que diversos locais ficassem sem energia. 

“Diante da intensidade do temporal, a companhia mobilizou cerca de 3 mil profissionais para atuar nos serviços de manutenção e restabelecimento da energia em sua área de concessão, que abrange 774 municípios mineiros. Os alertas meteorológicos divulgados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) previam ventos de até 40 km/h”, disse a companhia. 

Eleições

Em relação às eleições, a Cemig realizou uma operação especial em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), com ações preventivas e mobilização de equipes para priorizar o restabelecimento do fornecimento de energia nos locais de votação eventualmente afetados pelo temporal.

Além disso, segundo o TRE-MG, as urnas eletrônicas contam com baterias que permitem seu funcionamento por até 12 horas, mesmo em caso de interrupção do fornecimento de energia. 

Programada para ocorrer até às 17h, a votação em todo o país foi prorrogada por mais duas horas, por decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida aconteceu após as duas campanhas presidenciais relatarem falhar no transporte público que teriam prejudicado eleitores a chegarem aos locais de votação. 

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