Triste balanço

Minas registra quarta morte no período chuvoso e soma mais de 3 mil desalojados

Vítima mais recente foi arrastada por correnteza no Sul de Minas; estado já contabiliza 123 municípios afetados por temporais

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 29/01/2026 às 11:01.Atualizado em 29/01/2026 às 11:22.
Em janeiro, um homem de 50 anos tentou atravessar uma área alagada de moto e morreu em Santa Rita de Caldas, no Sul de Minas (Reprodução/Redes Sociais)
Em janeiro, um homem de 50 anos tentou atravessar uma área alagada de moto e morreu em Santa Rita de Caldas, no Sul de Minas (Reprodução/Redes Sociais)

O período chuvoso em Minas Gerais registrou a quarta morte, conforme balanço da Defesa Civil Estadual, divulgado no boletim desta quinta-feira (29). A última fatalidade ocorreu em Santa Rita de Caldas, no Sul de Minas, quando um homem de 50 anos tentou atravessar uma área alagada de moto.

A força da correnteza arrastou o veículo e o condutor, que foi localizado posteriormente por moradores da região. Segundo o Corpo de Bombeiros de Andradas, a vítima foi encontrada sem sinais vitais pela Polícia Militar. 

A primeira morte foi registrada em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em dezembro. Um menino de 5 anos foi atingido por um soterramento provocado por um deslizamento de terra onde morava.

As outras duas mortes ocorreram no Sul de Minas. No dia 5 de janeiro, uma mulher de 30 anos, morreu após ser atingida por um raio enquanto descia de tirolesa, em São Tomé das Letras.

Três mil desalojados 

Além das perdas humanas, mais de 3 mil pessoas estão desalojadas por conta das chuvas. As tempestades têm causado danos em diversas regiões, com 123 cidades mineiras registrando eventos adversos.

Os acumulados de chuva ultrapassaram os 400 milímetros em pontos isolados, resultando em um cenário de destruição em infraestruturas e residências. Veja números:

  • 4 óbitos confirmados.
  • Mais de 3 mil pessoas desalojadas
  • 434 mil pessoas afetadas

Regiões sob maior alerta

A situação é considerada mais grave nas regiões Noroeste, Central, Oeste, Zona da Mata e na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Nestas áreas, o solo encharcado e o nível elevado dos rios mantêm o risco de novos deslizamentos e inundações.

A Defesa Civil recomenda que a população evite atravessar áreas alagadas e respeite os bloqueios em pontes e estradas rurais.

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