Nove unidades de saúde passam a ser referência para vacinação infantil contra bronquiolite
Segundo a PBH, de janeiro até o momento, foram aplicadas mais de 1,2 mil doses na capital

Nove unidades de saúde passaram a ser referência para a vacinação de bebês e crianças contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), um dos principais causadores da bronquiolite. A informação foi divulgada pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) nesta quarta-feira (22).
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Conforme o Executivo Municipal, no momento da aplicação, é necessário apresentar, preferencialmente, documento de identificação com foto, certidão de nascimento, CPF e cartão de vacina.
Para crianças menores de 2 anos com comorbidades, é necessária, ainda, a comprovação da condição de saúde, por meio de laudos, declarações médicas ou resultados de exames.
Segundo a PBH, os critérios para a definição dos grupos contemplados seguem as orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.
Fazem parte do grupo elegível os bebês prematuros (nascidos com idade gestacional de até 36 semanas e 6 dias) menores de 6 meses (até 5 meses e 29 dias), que tenham recebido alta hospitalar.
As crianças menores de 2 anos (até 1 ano, 11 meses e 29 dias) com as seguintes comorbidades também integram o grupo: doença cardíaca congênita hemodinamicamente significativa (DCC), doença pulmonar crônica da prematuridade (DPCP), imunocomprometimento grave de origem congênita ou adquirida, fibrose cística, doenças neuromusculares, anomalias congênitas das vias aéreas e síndrome de Down.
De acordo com o município, de janeiro até o momento, foram aplicadas mais de 1,2 mil doses na capital. Nas nove unidades de saúde, a aplicação da vacina será realizada após a avaliação do menor, junto a uma análise do CRIE, que definirá a indicação e a dose adequada.
Já os bebês prematuros nascidos nas maternidades do Hospital Metropolitano Odilon Behrens (HOB), Risoleta Tolentino Neves, Sofia Feldman, Santa Casa, Odete Valadares e Hospital das Clínicas podem receber o imunizante nas próprias instituições.
As demais maternidades podem solicitar e aplicar o anticorpo ainda durante a internação ou encaminhar as crianças para receber a dose após a alta hospitalar.
“Ampliar os locais de vacinação é uma estratégia fundamental para facilitar o acesso das famílias e garantir que nenhuma criança do público-alvo fique sem proteção. Quanto mais próximos esses pontos estiverem da população, maiores são as chances de alcançarmos uma cobertura adequada e protegermos as crianças contra doenças graves”, ressalta a subsecretária de Promoção e Vigilância à Saúde, Thaysa Drummond.
*Com informações da PBH