ARTE VIVA

‘O cinema é nois’: Samba do Queixinho homenageia audiovisual mineiro na Praça da Liberdade

Bloco desfila neste domingo (15) com referências a filmes e profissionais do cinema de Minas

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 15/02/2026 às 15:33.Atualizado em 15/02/2026 às 15:33.
Samba Queixinho está desfilando com homenagens ao cinema mineiro (Babi Sobreira)
Samba Queixinho está desfilando com homenagens ao cinema mineiro (Babi Sobreira)

O Bloco Samba do Queixinho desfila na manhã deste domingo (15) ao redor da Praça da Liberdade com o tema “O cinema é nois”, em homenagem ao cinema mineiro. A bateria e os estandartes fazem referências a produções e profissionais do audiovisual de Minas Gerais.

Neste ano, o bloco presta homenagem ao cineasta Gabriel Martins, cofundador da Filmes de Plástico e diretor do filme Marte Um, à atriz Rejane Faria e à produtora Raquel Hallak. Segundo o bloco, as homenagens representam as pessoas que constroem o cinema “com o corpo, a ideia e o afeto”.

Integrante da bateria, Valeriana comentou sobre a homenagem ao cinema e clamou à "Santa Fernandinha Torres" para ter um dia lindo de Carnaval. "A gente pede a Santa Fernandinha Torres um dia de sol lindo, que a gente já ganhou e um Oscar desse ano".

Nas ruas, foliões não mediram esforços para se caracterizarem de acordo com personagens que marcaram época nas telonas nacionais e internacionais. A diretora de cinema Sônia Oliveira participa do cortejo fantasiada de Bacurau. 

“Já acompanho o Queixinho há muitos anos, e foi uma surpresa saber da homenagem ao cinema mineiro e de ver o meu filme no cortejo e eu estou fantasiada de Bacurau”, disse.

Fantasiados Moana, quatro amigos de Brasília chamaram a atenção de várias pessoas durante o cortejo, parando até mesmo para tirar fotos . “A ideia das fantasias foi criada em conjunto e decidimos que seria a Moana e principalmente com o bloco homenageando o cinema. A ideia é divertir as pessoas como a gente está se divertindo”, afirmaram.

Fundado em 2009, o Samba do Queixinho já levou para as ruas referências a diferentes nomes da cultura mineira, como o Grupo Galpão, o Grupo Corpo, a escritora Carla Madeira, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e o Teatro de Bonecos Giramundo, entre outros.

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