Tarifa de pedágio na MG-050 fica mais cara a partir deste sábado
Valor básico para automóveis passa a ser de R$ 9,10 nas seis praças de cobrança administradas pela concessionária Via Nascentes

O valor do pedágio na rodovia MG-050, que conecta o município de Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a São Sebastião do Paraíso, passou por reajuste neste sábado (13). A tarifa básica para automóveis de passeio sofreu um aumento, subindo de R$ 8,80 para R$ 9,10. A atualização anual foi divulgada pela Agência Reguladora de Transportes do Estado de Minas Gerais (Artemig).
A concessionária Via Nascentes é responsável pela administração de 317 quilômetros que abrangem a MG-050, a BR-265 e a BR-491. O trecho sob concessão conta com seis praças de pedágio operacionais, sendo que a estrutura mais próxima da capital mineira está localizada no limite entre os municípios de Juatuba e Itaúna.
Tabela com os novos valores por categoria de veículo
- Motocicleta, motoneta e bicicleta a motor: R$ 4,60
- Automóvel, caminhonete e furgão: R$ 9,10
- Automóvel/caminhonete com reboque: R$ 27,30
- Automóvel ou caminhonete com semirreboque: R$ 13,70
- Caminhão leve, ônibus, caminhão-trator e furgão: R$ 18,20
- Ônibus, caminhão e caminhão-trator: R$ 45,50
- Caminhão com reboque, caminhão-trator: R$ 54,60
- Veículos com mais de 6 eixos + eixo extra: R$ 9,10 por eixo
De acordo com as informações da concessionária, a mudança tarifária cumpre as cláusulas estabelecidas no contrato de concessão de Parceria Público-Privada (PPP). O cálculo do percentual leva em consideração a correção inflacionária do período, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), além do mecanismo de compensação de saldos de arredondamentos anteriores.
A Via Nascentes informou que a recomposição de preços busca manter a sustentabilidade financeira para as operações de conservação, atendimento médico e guincho na pista. A concessionária reporta que, desde o início do contrato de gestão, em 2008, foram aplicados mais de R$ 2,7 bilhões em melhorias estruturais na malha rodoviária, como frentes de duplicação, construção de viadutos e dispositivos de retorno.