MOBILIDADE

Terminal de ônibus em Santa Luzia para 20 mil passageiros por dia deve ficar pronto em julho de 2027

Investimento na obra da Grande BH é de R$ 24 milhões

Ana Luísa Ribeiro
aribeiro@hojeemdia.com.br
Publicado em 09/04/2026 às 16:38.Atualizado em 09/04/2026 às 16:57.
Novo terminal seguirá o modelo já utilizado em corredores de transporte da capital, com plataformas elevadas semelhantes às das avenidas Cristiano Machado (Maurício Vieira/Arquivo Hoje em Dia)
Novo terminal seguirá o modelo já utilizado em corredores de transporte da capital, com plataformas elevadas semelhantes às das avenidas Cristiano Machado (Maurício Vieira/Arquivo Hoje em Dia)

A construção de um novo terminal metropolitano em Santa Luzia, na Grande BH, foi autorizada nesta quinta-feira (9), com previsão de atender cerca de 20 mil passageiros por dia. O projeto será implantado na avenida Raul Teixeira da Costa, com investimento total de R$ 24 milhões e prazo de até 16 meses para conclusão, ou seja, julho de 2027.

A estrutura terá 16 mil metros quadrados e vai operar no modelo tronco-alimentador, integrando linhas de bairros a trajetos de maior alcance, com o objetivo de tornar as viagens mais rápidas e organizadas. A capacidade prevista é de aproximadamente 1,5 mil pessoas por hora nos períodos de pico.

Segundo o governo estadual, a obra marca a retomada da expansão da infraestrutura do transporte metropolitano, após quase uma década sem novos terminais. O último equipamento do tipo foi inaugurado em 2016, também no município.

A proposta é melhorar a mobilidade no Vetor Norte da região metropolitana, reduzindo o tempo de deslocamento até o centro de Belo Horizonte e evitando sobreposição de itinerários. Além da reorganização das linhas, o terminal deve trazer ganhos operacionais, como melhor aproveitamento da frota, mais horários disponíveis e redução na emissão de poluentes.

Como vai funcionar

O novo terminal seguirá o modelo já utilizado em corredores de transporte da capital, com plataformas elevadas semelhantes às das avenidas Cristiano Machado, Pedro I e Antônio Carlos. A lógica do sistema é concentrar a operação em pontos estratégicos, permitindo que linhas alimentadoras levem passageiros dos bairros até o terminal, onde fazem integração com linhas troncais.

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