
A chegada de 2026 transformou a Praça da Liberdade em um grande ponto de encontro para quem escolheu celebrar o Ano Novo em BH. A Virada da Liberdade reuniu mais de 30 mil pessoas, segundo estimativa divulgada pelo Governo do Estado. A noite foi marcada por shows gratuitos, tecnologia no céu e referências à cultura mineira.
O público ocupou o espaço para acompanhar apresentações musicais e esperar a contagem regressiva. O momento da virada foi embalado por um espetáculo que combinou fogos de artifício de baixo ruído - cerca de 5,5 mil disparos - e um show aéreo com aproximadamente 300 drones, que formaram no céu símbolos ligados à identidade de Minas, como o pão de queijo, o café, as montanhas e o Mineirão.
A programação também teve um tom de homenagem. Um dos destaques foi a lembrança ao músico Lô Borges, um dos principais nomes do Clube da Esquina. A trajetória do artista que morreu em novembro do ano passado foi lembrada em vídeos exibidos nos telões e em apresentações musicais que passaram pelo palco ao longo da noite, incluindo shows de Juarez Moreira e da banda Lagum, que contou com a participação de Rodrigo Borges, sobrinho de Lô.
Com um line-up formado majoritariamente por artistas mineiros, a Virada transitou por diferentes estilos musicais, do repertório infantil ao instrumental, passando pelo samba, pop e rock. A proposta atraiu públicos de várias idades e manteve a Praça da Liberdade cheia durante boa parte da noite.
Além dos shows, a virada contou com esquema especial de segurança, mobilidade e limpeza urbana, o que contribuiu para a circulação do público e a organização do espaço. A edição de 2026 foi apontada como a maior já realizada do evento, colocando a Virada da Liberdade como uma das principais celebrações públicas de Ano Novo em Belo Horizonte.
Leia mais: