Com 2025 próximo do fim, seguramente não entraremos em 2026 com o tabuleiro definido dos nomes que realmente disputarão o governo de Minas.
O que pode ser disposto é que salvo alguma absoluta surpresa, o próximo governador estará dentre oito nomes que circulam nos bastidores da política e entre dirigentes partidários e parlamentares, a saber: Cleitinho, Jarbas Soares, Alexandre Silveira, Kalil, Mateus Simões, Gabriel Azevedo, Tadeu Leite e Falcão.
O ponto em comum é que todos os citados acima nutrem o desejo de governar o segundo Estado da federação e considerado síntese do Brasil. Por outro lado, formalizar a candidatura e a consequente vitória não é uma decisão pessoal. Há um longo caminho a percorrer.
Na outra ponta, arrogância, falta de carisma, personalismo que sobrepõe a projetos coletivos são fatores que indubitavelmente comprometem qualquer projeto político - eleitoral e justificam parte de possível derrota ou até uma pré-candidatura que ficará no meio do caminho.
Dos oito nomes citados acima, todos têm significativas potencialidades e fragilidades que serão trabalhadas e ditarão aqueles que realmente estarão no xadrez definitivo com seus nomes na urna eleitoral nas eleições de 4 de outubro.
É muito difícil, para não dizer praticamente inviável que os oito nomes viabilizem suas candidaturas. Pelo menos três ficarão no caminho, podendo inclusive compor como candidato a vice-governador ou ao Senado.
Para reflexão final de todos, fruto de atentas análises conjunturais, estudos de eleições passadas e de pesquisas qualitativas, vide relevantes informações e perfil do provável nome que tomará posse dia 6 de janeiro. Estar em um partido grande com bom tempo na propaganda eleitoral e altos recursos eleitorais ajuda bem, mas não é suficiente. Falacioso achar que ter número de prefeitos apoiando garante alguma coisa. Prefeitos têm como primeira, segunda e terceira preocupação nas eleições elegerem seus deputados estaduais e federais, autores das emendas parlamentares que pavimentarão suas prováveis reeleições em 2028 ou eleição de alguém do mesmo grupo político.
E quanto ao perfil almejado pela maioria dos mineiros, um nome fora dos extremos e da polarização; que passe credibilidade, experiência e responsabilidade; que demonstre capacidade de agregar, e com um claro perfil do centro, com propostas que soem como música tanto para a centro/esquerda como para a centro/direita.
Importante frisar que um candidato pode ter estas características, mas se faltar carisma e humildade, naufragará!
Assim sendo, sorte Cleitinho, Jarbas Soares, Alexandre Silveira, Kalil, Mateus Simões, Gabriel Azevedo, Tadeu Leite e Falcão na viabilização de seus nomes.
Minas precisa retornar com sua relevância e protagonismo na política nacional!