Passado o foco do país com a Copa do Mundo, com a precoce saída da nossa Seleção após um estrondoso fiasco e vexame, em breve olhos e atenções voltadas para as eleições de outubro.
Possivelmente em cerca de 45 dias o país estará fervilhando nos bares, encontros de família e conversas no trabalho sobre eleições. Com o ambiente fortemente polarizado, momentos tensos pela frente.
Saem os que se acham entendedores de futebol e entram os entendedores de política, muitos deles intolerantes, que se acham donos da verdade e destilarão o mais nefasto e ao mesmo tempo fajuto maniqueísmo, querendo impor seus candidatos como o que representa o bem e do outro lado, o mal. E dane-se opinião diferente.
Este tipo de comportamento que veremos não contribui em nada para um saudável debate programático de alternativas e propostas para o país e para Minas Gerais. Assim deixam de ser prioridade proposições em prol da qualidade de vida de todos para pancadarias e fake news menores e inúteis para a esmagadora maioria da população.
Dos nomes colocados como pré-candidatos, é boa a perspectiva disso acontecer. Fundamental elevar o nível do debate, em respeito aos mineiros. Minas precisa de um governador que honre as nossas tradições, que combine capacidade de escuta e firmeza nas decisões.
Uma pessoa sensível às políticas públicas para os mais pobres e que atue de forma obstinada em favor dos que geram emprego e renda no Estado, os representantes da iniciativa privada. Um nome que respeite e valorize os servidores públicos.
Alguém com estatura e capacidade de diálogo para liderar um robusto processo de união estadual pelo desenvolvimento econômico e social do Estado. E que esta capacidade de diálogo sobreponha interesses pessoais e ideológicos na defesa de Minas junto ao governo federal na reinvindicação de recursos, projetos e parcerias em benefícios do povo mineiro.
Para Minas e os mineiros, a eleição para o Governo é de extrema importância para os destinos do Estado. E assim deve ser tratada pelos candidatos que terão seus nomes confirmados nas próximas semanas, e por suposto em absoluto pelos eleitores.
A estes o dever de acompanharem as propostas, o perfil dos candidatos, a forma como tratam os que pensam diferente, experiências em atividades anteriores e algo muito importante, a capacidade emocional de lidar com problemas e adversidades. Neste ponto em específico, a internet pode ajudar bem quando forem pesquisados sobre respectivos nomes.
A conferir!