
A cidade que queremos construir não pode conviver com a normalização do crime. Foi com essa convicção que apresentei o projeto que deu origem à Lei nº 12.000 de 2026, recentemente sancionada pela Prefeitura de Belo Horizonte, criando o Programa de Combate à Cultura do Crime Organizado no município. Trata-se de mais um passo firme na defesa da ordem, da cidadania e do respeito às famílias de bem da nossa capital.
Nos últimos anos, infelizmente, vimos crescer em diversas cidades brasileiras a presença de símbolos ligados a facções criminosas estampados em muros, escolas, praças, cemitérios e espaços públicos. Não estamos falando apenas de pichações. Estamos falando de mensagens que intimidam comunidades, afrontam o poder público e tentam transformar o crime em referência cultural para crianças e jovens.
Isso é grave. E não pode ser tratado como algo banal.
Minha lei nasce exatamente para enfrentar essa realidade.
A nova legislação determina ações para retirada de símbolos, sinais e nomes que façam apologia ao crime organizado em patrimônios públicos, escolas municipais e até lápides de cemitérios públicos. Além disso, cria mecanismos importantes, como canais seguros de denúncia, capacitação de servidores municipais e programas educativos voltados para a conscientização da juventude sobre os perigos do envolvimento com o crime.
A proposta também reforça algo em que acredito profundamente: combater a criminalidade não é responsabilidade apenas da polícia. É um esforço coletivo que envolve educação, prevenção, inteligência e presença firme do poder público.
Precisamos impedir que o crime ocupe o imaginário dos nossos jovens. Nenhuma criança pode crescer acreditando que facção criminosa representa pertencimento, proteção ou oportunidade. Nosso dever é mostrar que o verdadeiro caminho está na educação, no trabalho digno, na família e nos valores que constroem uma sociedade saudável.
Como vereador, tenho buscado atuar não apenas na solução dos problemas imediatos da cidade, mas também nas causas que alimentam a violência e a degradação social. Essa lei tem justamente esse objetivo: impedir que a cultura do crime avance silenciosamente sobre nossos espaços públicos e sobre a mente das novas gerações.
Seguirei firme na defesa da ordem, da segurança e da proteção das famílias belo-horizontinas. Porque cidade boa é cidade onde o cidadão de bem se sente respeitado e o crime, combatido.