Não é hora para brincar com o que é sério. O mundo está convulso em várias regiões, não somente pela guerra dos Estados Unidos contra o Irã. São duas parcelas poderosas que se enfrentam, produzindo um conflito entre o passado – dos persas – com o presente representado pela mais poderosa nação de nossa época.
Sacrifica-se até a morte uma geração que sonhava com a vida, com suas benesses, construídas pelo homem ao longo de dezenas, centenas e anos. Por que não se aprendeu a ciência, a arte de conviver, de usufruir da arte da tranquilidade e da paz? Até quando se permitirá em conflitos que nada produzem de bom e belo para a humanidade?
Diante dos mais recentes acontecimentos envolvendo a destrampalhada personagem que ocupa a Casa Branca, pela qual passaram ilustres personalidades da grande nação do Norte, ter-se-ia de evocar aquelas que construíram a América do Norte ao preço de sangue, suor e lágrimas e não compactuariam com as atitudes, projetos e ações que podem induzir ou conduzir o mundo a uma indesejada Terceira Guerra Mundial.
Acrescentou o pontífice: “Não sou um político, não quero entrar em debate com ele”, disse em referência a Trump. “Não acho que a mensagem do Evangelho deva ser abusada como alguns estão fazendo. Eu vou continuar a falar forte contra a guerra, buscando promover a paz, o diálogo e o multilateralismo entre os Estados para encontrar soluções”.
“Muita gente está sofrendo hoje, muitos inocentes foram mortos e penso que alguém deve se levantar e dizer que existe uma via melhor”, afirmou Leão 14. Horas antes, Trump havia publicado em sua rede social uma longa mensagem em que chamou o papa de “fraco com a criminalidade e terrível para a política externa”.