O presidente dos Estados Unidos está na segunda gestão à frente da Casa Branca, isto é, dos destinos da mais poderosa nação deste nosso tempo. No entanto, os EUA não são mais aquela nação que atraía pessoas de todos os países pela simpatia de seu povo, pelo ideal de aproximação com os demais. O sr. Donald Trump prima por querer fazer de sua pátria o dominador do mundo, impondo suas regras e ideias, valendo-se de seu poder supostamente insuperável.
Trump tem encontrado oposição, e não é para menos. O planeta é grande como o pensamento, sensibilidade e até a disposição de outros mandatários. Além do mais, nem tudo se faz como se decide no Salão Oval.
Muita coisa depende também até de sorte, de outros fatores que não a vontade do ocupante da Casa Branca.
De acordo com um comunicado da Casa Branca, a tripulação identificou um pequeno problema elétrico cerca de meia hora após a decolagem. Por precaução, a aeronave retornou e pousou com segurança na Base Conjunta Andrews, em Maryland. Mais de duas horas após a primeira decolagem, o presidente e sua comitiva seguiram viagem para a Suíça em um avião menor. O episódio não causou feridos. Que sorte!
Recentemente, Trump decidiu expulsar imigrantes em todo o país, não mais apenas que entravam pelo Rio Grande, na fronteira com o México. Trava-se verdadeira guerra em vários estados, quando os seus habitantes resolveram enfrentar forças federais. Enfim, o republicano anuncia ostensivamente uma mudança de regime em Cuba até final do ano.
O Wall Street Journal afirma que os Estados Unidos avaliam que a economia cubana está à beira do colapso e que o regime se encontra muito mais vulnerável após perder o aliado estratégico Nicolás Maduro, preso mediante intervenção militar americana na Venezuela.
Em resposta, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, defendeu o direito de o país manter relações comerciais sem interferência externa. E agora?