Ainda há muito tempo para se falar e discutir a eleição deste ano, que imensas conversas provocará em nível municipal, estadual e federal. Mesmo extra-federal, porque o cenário internacional e figuras de projeção global — a exemplo do presidente dos Estados Unidos — não perdem oportunidade para tocar no tema, seja no Salão Oval da Casa Branca ou fora dele, demonstrando como o pulso político brasileiro reverbera além-fronteiras.
Pelas rodas de conversa e pelo papo franco entre mineiros, surge com grande destaque a figura de Cleitinho Azevedo, que conquistou a maioria dos votos para o governo de Minas, superando diversas figuras tradicionais da política com respeitadas trajetórias.
Entre outros pormenores, o novo mandatário — de origem humilde e sem integrar as antigas oligarquias ou grandes grupos partidários — poderá relatar como chegou à frente dos demais concorrentes tendo como ponto maior de apoio justamente a simplicidade de suas raízes e a autenticidade de sua postura pública.
Quer ser e continuar parecendo um cidadão comum que agora assumiu a imensa missão de conduzir os destinos do segundo estado da federação em número de eleitores. Ganhou nas urnas, e esta é a realidade incontestável que se impõe à história recente do estado.
Segundo o governador eleito, a próxima gestão terá como foco central diminuir o custo de vida dos mineiros, recuperar e expandir a qualidade das rodovias estaduais e elevar o padrão dos serviços públicos oferecidos à população mais vulnerável. “Vou cumprir o que eu falei”, declarou em tom firme, selando um pacto de transparência e cobrança direta com os cidadãos que depositaram nele sua confiança nas urnas.
A chegada ao Palácio marca mais um capítulo extraordinário da rápida ascensão política de Cleitinho Azevedo. O cargo de governador será o quarto mandato eletivo que ele vai ocupar em sua trajetória pública. Seguido por milhões de pessoas em suas redes sociais, ele foi eleito vereador de Divinópolis em 2016, deputado estadual em 2018 e senador da República em 2022 — cargo para o qual possuía mandato ativo e que agora passa a ser ocupado por seu suplente, consolidando uma nova configuração de forças políticas no cenário mineiro e nacional.