Salman Rushdie, autor de “Os filhos da meia-noite”, volta à cena, e sempre em momentos dramáticos. Para si e para a humanidade. Agora, na oportunidade em que os Estados Unidos são lançados no banco dos réus em decorrência dos episódios recentemente registrados em suas cidades. Cidadãos de Tio Sam foram mortos por agentes de segurança, sobretudo os identificados a serviço da anti-imigração em atividade exercida por ordem da Casa Branca.
A situação na pátria de Lincoln não é das melhores. Não entro em detalhes já expostos pelos meios de comunicação de todo o planeta. Os comentários sobre violência política surgiram logo que o presidente Trump intensificou operações contra imigrantes em situação irregular em diversas cidades, particularmente Minneapolis, onde agentes federais mataram a tiros dois súditos de Tio Sam.
Edward Norton, um dos premiados pelo documentário “Knife: The Attempted Murder of Salman Rushdie”, inspirado no famigerado atentado contra o escritor britânico-americano. No filme se incluíram cenas do ataque com arma branca ao festejado autor em 2022.
A atriz Natalie Portman se manifestou: “O que governo de Donald Trump tem feito é o pior do pior da humanidade”.
O próprio escritor, que perdeu um olho em decorrência do atentado, presente ao filme, também se expressou: “A ideia de perigo e violência está agora próxima de todos neste país”.
Como se sabe, o documentário recém-lançado utiliza imagens de vídeo do ataque a Rushdie, feitas pela organização de um evento em Chautauqua, Nova York, sendo autor do atentado Hadi Matar, de 24 anos, que subiu ao palco e o esfaqueou quinze vezes. O escritor comentou mais: “A violência é esse algo, a violência desencadeada pelos inescrupulosos que usam os ignorantes para atacar a cultura”.
Click Schumer, líder dos democratas no Senado dos EUA, observou que o ICE, um dos grupos acusados da violência, está fazendo, é brutalidade patrocinada pelo Estado e precisa ser interrompida.