Cristiano CaporezzoAtua, hoje, como Deputado Estadual pelo PL/MG. Cristão, é Policial Militar, Advogado e Escritor.

Eduardo Bolsonaro: quando o sacrifício deixa de ser escolha e passa a ser missão

Publicado em 08/04/2026 às 15:18.

Há momentos na história em que o silêncio deixa de ser prudência e passa a ser cumplicidade. É nesses contextos que alguns poucos se levantam. Não se trata de conveniência, mas convicção. Não por ambição, mas por dever. E esses dizeres resumem o meu amigo e líder Eduardo Bolsonaro.

O verdadeiro espírito público não nasce do conforto, mas do enfrentamento. Não se revela nos aplausos, mas na disposição de suportar ataques, distorções e sacrifícios pessoais em nome de algo maior. Há homens que escolhem a tranquilidade; outros aceitam o peso de carregar uma causa. Estes últimos não pedem reconhecimento; eles pagam o preço. Mas não estão sozinhos, porque existem os que, como eu, consideram que gratidão não prescreve.

A verdade é simples e dura: quando instituições se afastam de seus limites, alguém precisa lembrá-las de onde vêm. E isso nunca é feito sem custo. Quem enfrenta excessos não ganha descanso; ganha inimigos. Mas também ganha algo mais raro: a legitimidade moral que não se compra, não se herda e não se negocia. Obrigado, Eduardo, por nos ensinar, com seu exemplo, esta lição permanentemente.

E foi diante dessa realidade que amadureci uma decisão pessoal incontornável: não basta concordar, é preciso agir. Não basta observar, é preciso participar. A política, gostem ou não, é o campo onde o presente é decidido e o futuro é moldado.

E nesse cenário, não há espaço mais decisivo do que a Câmara dos Deputados. É ali que leis nascem, que abusos podem ser contidos, que rumos são definidos. É ali que o debate deixa de ser teoria e passa a impactar, diretamente, a vida de milhões de brasileiros.

A omissão, nesse contexto, não é neutralidade. É escolha. E toda escolha tem consequências.

Por isso, colocar o meu nome à disposição para uma disputa não é um ato de vaidade, mas de responsabilidade. Não é sobre ocupar um cargo, mas sobre assumir um compromisso. Não é sobre poder, mas sobre dever. E assim surge a minha pré-candidatura.

O Brasil não precisa de espectadores. Precisa de vozes firmes, de posições claras e de coragem para enfrentar o que for necessário. Porque, no fim, a História não absolve os que se omitiram. A História apenas registra os que tiveram coragem de agir. Eduardo, parabéns por ter essa conduta e por confiar a mim a missão de fazer o meu melhor enquanto representante da direita-raíz.

A direita vive em Minas Gerais!

Compartilhar
Ediminas S/A Jornal Hoje em Dia.© Copyright 2026Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por