Cristiano CaporezzoAtua, hoje, como Deputado Estadual pelo PL/MG. Cristão, é Policial Militar, Advogado e Escritor.

Queda de Maduro: liberdade ainda que tardia

Publicado em 07/01/2026 às 06:00.

A derrubada do regime ditatorial de Nicolás Maduro, criminoso internacional diretamente envolvido com o tráfico latino-americano de drogas e aliado íntimo de Luiz Inácio Lula da Silva, consagra-se pela ausência de eleições legítimas, auditáveis e legais na Venezuela.

Quando a via institucional é bloqueada de forma sistemática, a força deixa de ser escolha e passa a ser resultado da omissão. Enquanto a esquerda esbraveja que a ação dos EUA foi um ataque à soberania da Venezuela, o povo venezuelano toma as ruas do país em comemoração à queda de um regime que levou miséria, fuga e mortes sem precedentes na história do país.

Donald Trump tornou o 3 de janeiro de 2026 uma nova data no calendário dos dias simbólicos e eternos. Ao contrário da tradição democrata típica dos árbitros de futebol que optam por muito falar e nada coibir, dirigiu uma operação militar irretocável, estancando uma sangria sem falhas até aqui, e em uma hemorragia cujos esguichos de sangue tanto afetam o Brasil e nossos vizinhos.

Desde 2012, quando o criminoso preso chegou ao poder, mais de um milhão e meio de venezuelanos foram mortos ou forçados a evadir do país. Essa fuga impressionante não é mero dado estatístico: é o retrato de uma sociedade privada de liberdade, de alimentos, de medicamentos e de futuro, sob um regime acusado de práticas criminosas e terroristas.

E nesse contexto da geopolítica internacional, quando mais precisamos de frieza, bom senso e sobriedade, o que faz o governo brasileiro? Erra ideologicamente e de forma irresponsável ao não condenar, em sua nota oficial sobre a deposição de Maduro, o combo perverso da tragédia humana dos últimos 14 anos. Ao adjetivar negativamente a ação da mais forte nação econômica e militar do mundo, o Brasil se distancia das posturas diplomáticas de Alemanha, Inglaterra, França e Itália, integrantes do G7 e do mundo livre. Não é coincidência.

A solidariedade retórica a figuras acusadas de crimes internacionais, somada ao silêncio sobre milhões de coagidos por um governo irregular e narcotransgressor, configura uma inversão de valores inaceitável e que terá reflexos diretos no cenário eleitoral de outubro, com a esperada eleição de Flávio Bolsonaro - quem sintetiza a Direita em ascensão irreversível no mundo e o legado do mais brilhante líder conservador da história do hemisfério sul, o nosso gigante Jair Messias Bolsonaro que, hoje, é claramente um preso político.

Em contraste à postura esdrúxula do governo da vez, a diplomacia de Bolsonaro foi marcada pela conduta responsável, técnica e altiva, sem desvios em suas comunicações oficiais. O apreço pelas liberdades individuais sempre esteve no centro das palavras e das atitudes. Como afirma o nosso líder Jair Messias Bolsonaro, “a liberdade é inegociável”. E Charlie Kirk, em seu sacrifício memorável e cujo legado me inspira profundamente, alertava o mundo de que a base de uma sociedade livre é a participação da política sem medo da violência. Arriscar perder isso é, portanto, arriscar perder tudo.

Lembrem-se do que Winston Churchill, na Segunda Guerra, advertiu: “apaziguamento com tiranos só adia o conflito e amplia o custo da liberdade”. Isto era tão válido contra a Alemanha de Adolf Hitler, como é válido na Venezuela recém liberta do jugo de Nicolás Maduro.

A direita vive em Minas Gerais e, agora, passará a viver na Venezuela.

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