CORRIDA PRESIDENCIAL

Em BH, Lula relembra trajetória, destaca feitos do Governo e deixa candidatura de Patrus em 2º plano

Na Praça da Estação, presidente exaltou o próprio passado e reforçou relações internacionais

Leandro Alves*
@leandroalves04
Publicado em 21/08/2026 às 22:03.Atualizado em 21/08/2026 às 22:13.
O comício de Lula contou com uma mega-produção. Com direito à dois telões e um palanque próximo ao público (Reprodução / Instagram / lulaoficial)
O comício de Lula contou com uma mega-produção. Com direito à dois telões e um palanque próximo ao público (Reprodução / Instagram / lulaoficial)

Candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) exaltou o passado, destacou ações do Governo Federal e tomou o protagonismo no comício realizado ao lado de candidatos mineiros, na Praça da Estação, região Central de Belo Horizonte, nesta sexta-feira (21).

No início do discurso, Lula chamou para a frente do palco as candidatas ao Senado, Marília Campos (PT) e Áurea Carolina (Psol), o candidato ao Governo de Minas Patrus Ananias (PT) e o vice do mineiro, Jarbas Soares Júnior (PSB). O vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB) e a atual primeira-dama, Janja Lula da Silva, também foram convocados. 

Lula fez poucos acenos aos candidatos mineiros. Em seu discurso, relembrou as políticas de combate à fome desenvolvidas desde o primeiro mandato. “Em 2003, tinham 54 milhões de pessoas no mapa da fome no Brasil. Quando todos comem, todos nós somos bonitos, com a bochecha cheia, com a barriguinha cheia e com a massa encefálica produzindo inteligência”, declarou o petista. 

'Brasil não vai depender nem da China nem dos Estados Unidos para IA', diz Lula

Lula afirmou que, caso vença as eleições, o Brasil não irá “depender nem da  China nem dos Estados Unidos” para investir em Inteligência Artificial. “Quero que a nossas meninas e meninos estudem, que sejam engenheiros, que sejam matemáticos, que estudem tudo do mundo digital”, afirmou o candidato.

Superestrutura montada na Praça da Estação

O comício de Lula contou com uma superprodução, com dois telões e um palanque próximo ao público, além de projeções luminosas no Museu de Artes e Ofícios. O local estava recheado de apoiadores, que balançavam bandeiras do partido e do Brasil.

*Estagiário, sob a supervisão de Renato Fonseca

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