TENSÃO NO SUPREMO

Empresários cobram resposta rápida do STF sobre crise institucional

Manifesto reúne 3 mil organizações e pede sessão pública urgente

Do HOJE EM DIA*
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Publicado em 09/09/2026 às 14:39.Atualizado em 09/09/2026 às 14:56.
Entidades do setor produtivo cobram sessão pública e resposta urgente à crise no Supremo Tribunal Federal (STF). (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil/Arquivo)
Entidades do setor produtivo cobram sessão pública e resposta urgente à crise no Supremo Tribunal Federal (STF). (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil/Arquivo)

Em "Manifesto à Nação Brasileira", cerca de 3 mil entidades do setor produtivo cobram sessão pública e resposta urgente à crise no Supremo Tribunal Federal (STF). O documento, divulgado nesta quarta-feira (9), tem o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e das Confederações Nacionais da Indústria e do Comércio.

As organizações defendem que o Plenário do STF examine, com urgência, os episódios recentes envolvendo a Corte, sem subterfúgios e sem corporativismo. Tudo deve ser feito com transparência, imparcialidade e celeridade.

Segundo o manifesto, o país vive um momento de tensão e de crise institucional de extrema gravidade. As entidades apontam como epicentro dessa crise a Corte de Justiça a quem a Constituição confiou a última palavra.

O manifesto destaca que não se trata de um episódio isolado nem de um ruído passageiro; e afirma ainda que o STF não está dispensado de prestar contas e que a resposta que a Nação aguarda não admite prazo.

De acordo com o documento, ninguém está acima da lei e não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita. Para os empresários, a autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem.

*com informações da Agência Brasil

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