DISPUTA EM 2026

Lula desdenha pré-candidatura de Flávio Bolsonaro: ‘quem inventa nome é porque não tem nenhum’

Presidente afirmou que a direita está “em dúvida” sobre quem lançar e disse que adversários “perderão as eleições em 2026”

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 11/12/2025 às 15:49.Atualizado em 11/12/2025 às 16:27.
O presidente Lula comentou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; para ele a direita não tem nome consolidado para 2026 (Tânia Rêgo / Agência Brasil)
O presidente Lula comentou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro; para ele a direita não tem nome consolidado para 2026 (Tânia Rêgo / Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou, nesta quinta-feira (11), o cenário da sucessão presidencial de 2026 e minimizou a pré-candidatura anunciada por Flávio Bolsonaro (PL). Para ele, a direita ainda não tem um nome definido para enfrentar o governo nas urnas. 

Em entrevista à TV Alterosa, Lula afirmou que não cabe a ele escolher adversários, mas avaliou que os muitos nomes cogitados pelo campo bolsonarista demonstra falta de definição.

“A gente não escolhe candidato. Eu vejo toda hora Caiado, Tarcísio, Zema, Ratinho, Flávio, Michele, Eduardo Bolsonaro… Inventa um monte de nome. Ou seja, quem inventa muito nome é porque não tem nenhum”, falou.

'Eles (nomes da direita) perderão as eleições em 2026', diz Lula

Segundo o presidente, a dificuldade da oposição em consolidar um nome ocorre porque, na avaliação dele, a direita sabe que enfrentará um cenário difícil nas urnas. “Eles estão em dúvida porque sabem de uma coisa: eles perderão as eleições em 2026”, disse. 

Lula associou esse prognóstico ao que chamou de ano “da colheita”, argumentando que os resultados econômicos e sociais da gestão federal devem pesar a favor do governo. Ele citou indicadores como inflação, emprego e renda, além de programas sociais e investimentos retomados. 

O presidente citou ainda avanços na redução da fome e retomada de programas habitacionais e educacionais, além de críticas à condução da pandemia no governo anterior. “Esse país não foi governado. Foi abandonado nos últimos quatro anos. Por isso é que morreu 700 mil pessoas com a Covid, se tivesse um presidente que tivesse responsabilidade, teria evitado 2/3 dessa morte”, finalizou.

O presidente está em Minas Gerais nesta quinta-feira (11) para cumprir agenda oficial - a 8ª visita ao estado em 2025. Pela manhã, participou em Itabira da inauguração do novo centro de radioterapia do Hospital Nossa Senhora das Dores. Depois, seguiu para Belo Horizonte, onde integra a programação da Caravana Federativa, encontro que reúne ministérios e gestores municipais.

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