Agenda em Minas

Lula volta a criticar Bolsonaro: 'se eu fosse presidente na pandemia, teria evitado 80% das mortes'

Presidente participou de agenda em Itabira para fazer anúncios na área da saúde

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 11/12/2025 às 14:13.Atualizado em 11/12/2025 às 14:30.
Durante cerimônia em Itabira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criticou a condução da pandemia no governo Bolsonaro e afirmou que milhares de vidas poderiam ter sido salvas (Reprodução/Ricardo Stuckert)
Durante cerimônia em Itabira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criticou a condução da pandemia no governo Bolsonaro e afirmou que milhares de vidas poderiam ter sido salvas (Reprodução/Ricardo Stuckert)

Durante agenda em Itabira, na região Central, nesta quinta-feira (11), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a falar a pandemia de Covid-19 durante mais críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Agora, o petista afirmou que boa parte das mortes no Brasil poderia ter sido evitada, caso a condução da crise sanitária tivesse sido diferente. Ele acusou Bolsonaro de ter minimizado a doença e zombado das vítimas. 

Essa é a oitava visita de Lula ao Estado em 2025. Durante discurso, ele afirmou que o Brasil “nunca mais terá um presidente que deixou morrer a quantidade de gente que morreu por conta da Covid-19”, em referência direta à gestão do ex-presidente durante a pandemia.

“Se eu fosse presidente da república naquela época, e o Padilha fosse ministro da Saúde, duvido que não teríamos salvo 70% ou 80% daquelas pessoas que morreram por falta de vergonha e responsabilidade de um presidente que ficava na televisão imitando as pessoas que estavam com Covid, tossindo e zombando da saúde das pessoas que morreram nesse país”. 

O que motivou o discurso

A declaração ocorreu em Itabira, onde Lula participou de cerimônia do governo federal para inaugurar um novo centro de radioterapia e anunciar investimentos em saúde pelos programas Agora Tem Especialistas e Novo PAC Saúde.

O evento marcou a entrega simultânea de cinco centros de radioterapia no país, além de novos recursos destinados à expansão da rede pública de saúde em Minas.

Bolsonaro, citado no discurso, segue preso e inelegível após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento na trama golpista de janeiro de 2023.

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