Balanço

Ônibus grátis e acolhimento a pessoas em situação de rua: Damião destaca 1º ano à frente da PBH

Prefeito ainda citou dificuldades para assumir posto de Fuad Noman, que morreu em março devido a um quadro de insuficiência respiratória

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 22/12/2025 às 08:47.Atualizado em 22/12/2025 às 08:59.
Prefeito Álvaro Damião afirma que manutenção do subsídio ao transporte coletivo é essencial para evitar aumento da tarifa de ônibus em Belo Horizonte (Cristina Medeiros/CMBH)
Prefeito Álvaro Damião afirma que manutenção do subsídio ao transporte coletivo é essencial para evitar aumento da tarifa de ônibus em Belo Horizonte (Cristina Medeiros/CMBH)

O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), fez um balanço das principais ações realizadas neste primeiro ano como chefe do Executivo municipal. Prestes a completar 12 meses à frente da Prefeitura, o gestor valorizou iniciativas como a implementação do transporte coletivo gratuito aos domingos e feriados e o programa voltado aos moradores em situação de rua na capital mineira.

“Nunca andei de ônibus de graça no domingo. Essa é uma conquista do povo de BH. Conseguimos fazer com menos de um ano de mandato. Já fizemos um plano de ação para resolver o problema das pessoas que moram nas ruas da cidade”, disse em entrevista ao Jornal da Itatiaia. 

Damião também mencionou o projeto de lei enviado à Câmara Municipal que cria o programa “Viver de Novo”, que oferece oportunidades de emprego à pessoas em situação de rua. 

“Mandei um projeto de lei para a Câmara Municipal onde vou abrir espaços dentro dos contratos públicos, principalmente no setor de obras, parques e jardins, para contratá-los. Meu sonho é passar ali pela Lagoinha e ver os moradores de rua me ajudando a cuidar da Lagoinha, quero ver eles trabalhando ali. Quero dar oportunidade para as pessoas”, disse.

Desafio pós-Fuad

Segundo o prefeito, a transição para o cargo que era ocupado por Fuad Noman foi “muito difícil”. Damião era vice do então gestor e assumiu o cargo depois do falecimento do político, no dia 26 de março, com menos de 3 meses da posse. 

“A perda do Fuad para mim foi muito grande, muito sensível, era uma pessoa que eu realmente admirava, gostava demais, aprendi a amar o Fuad. Perder o Fuad não foi só perder o prefeito, mas foi perder a pessoa que era minha referência à frente da prefeitura”, explica.

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