Zema promete reduzir Selic à metade e condiciona aumento do salário mínimo ao desempenho da economia
Plano de privatizar estatais voltou a ser defendido pelo ex-governador de Minas

O ex-governador de Minas, Romeu Zema (Novo), prometeu que, caso eleito, irá garantir a reposição integral da inflação no salário mínimo dos trabalhadores. No entanto, o ganho real irá depender do desempenho da economia. Candidato à Presidência da República, o mineiro participou na noite desta segunda-feira (24) da sabatina promovida pelo Jornal Nacional.
"Ninguém vai ter perda no salário mínimo. Nós daremos a reposição de toda a inflação", disse Zema. Questionado sobre um possível reajuste acima da inflação, o ex-governador não fez garantias. "Se a economia estiver indo bem, sim", afirmou o candidato.
Ainda sobre o tema economia, Zema prometeu reduzir a taxa básica de juros (Selic) à metade. "Com um Governo sério e credibilidade, cai para 6%", disse Zema. Atualmente, a Selic está em 14% ao ano.
Ao londo da entrevista, Zema voltou a reforçar a intenção de privatizar estatais, conforme previsto no plano de governo. O mineiro disse que durante sua gestão no Palácio Tiradentes houve a venda 118 estatais e participações em empresas públicas, como a Copasa, citada por ele. "Empresas brasileiras estão subavaliadas porque têm uma gestão muito ruim".
A TV Globo convidou os seis primeiros colocados mais bem colocados na pesquisa Quaest de 6 de agosto para participar das sabatinas. Ao longo da semana, também participam os candidatos Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Augusto Cury (Avante)
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