SAÚDE

Fuma e quer parar? PBH oferece acompanhamento especializado gratuito para deixar o vício

Programa de Controle do Tabagismo está disponível nos 154 Centros de Saúde da capital e oferece ajuda para a população que quer superar a dependência do cigarro e de outros produtos derivados de tabaco

Do HOJE EM DIA*
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Publicado em 27/08/2026 às 16:36.Atualizado em 27/08/2026 às 16:43.
Tratamento inclui palestra motivacional, consulta clínica e acompanhamento com estratégias de terapia cognitivo-comportamental ( Reprodução/Pixabay)
Tratamento inclui palestra motivacional, consulta clínica e acompanhamento com estratégias de terapia cognitivo-comportamental ( Reprodução/Pixabay)

Em Belo Horizonte, pessoas que fumam e desejam parar podem buscar acompanhamento profissional gratuito para apoiar o processo de deixar o hábito. O Programa de Controle do Tabagismo está disponível nos 154 Centros de Saúde da capital e oferece ajuda para a população que quer superar a dependência do cigarro e de outros produtos derivados do tabaco.

Conforme a Prefeitura, o programa conta com estratégias que tornam o processo mais seguro e viável. Para ter acesso ao serviço, basta procurar o centro de saúde de referência e solicitar informações sobre o Programa de Controle do Tabagismo. A organização do atendimento é definida por cada unidade. Mais informações sobre o projeto estão disponíveis no site da PBH

Como funciona?

O tratamento começa com uma palestra motivacional, seguida de consulta clínica. Nesse primeiro momento, os profissionais avaliam o histórico de tabagismo, o grau de dependência da nicotina e a motivação da pessoa para deixar de fumar. Quando necessário, pode haver indicação de medicamentos.

Após a avaliação, o usuário pode ser encaminhado para a Abordagem Intensiva, preferencialmente em grupo. Em casos específicos, o acompanhamento pode ser individual. As atividades utilizam estratégias de terapia cognitivo-comportamental para ajudar a lidar com a dependência e com situações que podem levar à recaída.

Nos grupos, são realizadas dez sessões terapêuticas ao longo de seis meses. Os encontros começam semanais e, posteriormente, passam a ser quinzenais e mensais.

*Com informações da PBH

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