
A escritora mineira Adélia Prado, de 90 anos, apresentou melhora progressiva de saúde, segundo o Hospital São Judas Tadeu, de Divinópolis, no Centro-Oeste. Segundo a unidade de saúde, a poetisa encontra-se “acordada, orientada, com fluxo sanguíneo e pressão arterial estáveis”. Adélia está internada desde 19 de janeiro.
A autora deu entrada no hospital após sofrer um acidente doméstico e apresentar fratura no fêmur, além de lesões no cotovelo e no punho.
Conforme o boletim médico divulgado nesta terça-feira (27), Adélia também apresentou melhoras na função renal. Ainda segundo o hospital São Judas Tadeu, a escritora permanece sob cuidados da equipe multiprofissional, com monitorização contínua.
Adélia Prado
Adélia Luzia Prado de Freitas é considerada a maior poetisa viva do Brasil e uma das maiores de todos os tempos. Natural de Divinópolis, a autora ganhou o prêmio Jabuti em 1978, com a obra "O Coração Disparado".
Em 2024, recebeu o prêmio Machado de Assis, condecoração mais antiga e importante da Academia Brasileira de Letras (ABL), entregue desde 1941. Ela foi a 11ª mulher a receber a honraria. No mesmo ano, recebeu o prêmio Camões, o reconhecimento mais importante da literatura portuguesa.
Na bagagem, além de poetisa, leva os ofícios de professora, filósofa, romancista e contista. Os primeiros poemas foram publicados em jornais de Belo Horizonte.
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