Monkey Pox

Minas chega a 19 casos confirmados de Mpox em 2026

Notificações mais recentes foram registradas em Contagem e Belo Horizonte

Do HOJE EM DIA
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Publicado em 31/03/2026 às 11:14.Atualizado em 31/03/2026 às 11:20.
Mpox é causada por um vírus da mesma família da varíola humana, doença erradicada globalmente em 1980 (Centers for Disease Control and Prevention / Brian W. J. Mahy / Divulgação)
Mpox é causada por um vírus da mesma família da varíola humana, doença erradicada globalmente em 1980 (Centers for Disease Control and Prevention / Brian W. J. Mahy / Divulgação)

Subiu para 19 o número de casos confirmados de Mpox - anteriormente chamada de monkeypox - em Minas. As notificações mais recentes foram registradas em Contagem e Belo Horizonte. A informação foi confirmada nesta terça-feira (31) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

Deste total, doze foram registrados na capital. Outros quatro ocorreram em Contagem e um em Ribeirão das Neves, na Grande BH. Teve ainda uma notificação em Formiga, no Centro-Oeste de Minas, e uma em Manhuaçu, na Zona da Mata.

“A SES-MG mantém monitoramento permanente do cenário epidemiológico e reforça a importância de buscar informações confiáveis e adotar medidas preventivas”, destacou a nota da Secretaria de Estado de Saúde. 

A pasta informou ainda que, entre os casos, com idades entre 24 e 56 anos, 18 são do sexo masculino e apenas um é do sexo feminino. Todos os registros evoluíram para cura. 

Sintomas, diagnóstico e tratamento de Mpox

Os principais sinais e sintomas da doença incluem lesões na pele, aumento de ínguas, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza. Ao apresentar sintomas, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação clínica e informar eventual contato com caso suspeito ou confirmado. 

A Mpox é considerada altamente infecciosa e o diagnóstico é realizado por meio da coleta de material das lesões, com identificação do vírus pela técnica de PCR. A transmissão ocorre, principalmente, por contato direto com lesões de pele e fluidos corporais de pssoas infectadas, além de objetos contaminados. Para prevenção, recomenda-se evitar contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença e higienizar constantemente as mãos. 

Pessoas com suspeita ou confirmação devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissão e não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas, lençóis e talheres. Também é fundamental reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel. 

O tratamento é baseado em suporte clínico para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. A maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada. Não há, até o momento, medicamento específico para a doença.

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