NOVA MARCA NA PRAÇA

Chinesa Jetour chega ao Brasil com 100 pontos de vendas e promessa de produção local

Marca fundada em 2018 já vendeu mais de 2 milhões de carros ao redor do mundo e quer fabricar seus carros no Brasil

Marcelo Jabulas@garagemdojabulas
Publicado em 22/03/2026 às 11:31.
 (Foto: Marcelo Jabulas)
(Foto: Marcelo Jabulas)

A marca chinesa Jetour iniciou oficialmente sua operação no Brasil com a abertura da pré-venda de seus primeiros modelos. A estreia ocorre com foco em SUVs híbridos plug-in, posicionados em faixas de preço abaixo de concorrentes diretos no segmento de eletrificados.

O primeiro modelo disponível é o S06, com proposta voltada ao uso urbano e preços a partir de R$ 199.990, chegando a R$ 229.990 na versão mais completa. O utilitário esportivo combina motor 1.5 turbo a gasolina com um propulsor elétrico, entregando potência combinada de 315 cv e torque de 52 kgfm. A autonomia no modo totalmente elétrico pode alcançar cerca de 70 quilômetros, conforme dados da fabricante.

A pré-venda é realizada mediante sinal de R$ 5 mil, com início das entregas previsto para as próximas semanas. Os valores divulgados fazem parte de uma campanha inicial de lançamento e podem ser reajustados após o período promocional.

Além do S06, a Jetour confirmou a chegada de outros dois modelos ao mercado brasileiro, os SUVs T1 e T2. Ambos têm proposta mais voltada ao uso fora de estrada e ocupam faixas superiores dentro do port-fólio da marca. Os dois modelos também utilizam conjunto híbrido plug-in, reforçando a estratégia da empresa de atuar no segmento de eletrificados.

O T1 será comercializado com preços entre R$ 249.900 e R$ 264.900, enquanto o T2 parte de R$ 289.900 e pode chegar a R$ 299.900, dependendo da versão e do nível de equipamentos.

Entre os pontos destacados pela fabricante estão a oferta de garantia de sete anos para o veículo e de oito anos para o sistema híbrido, incluindo baterias e componentes elétricos. A marca também prevê plano de revisões com valores fixos nas primeiras manutenções.

Os executivos da marca não querem apenas ser mais uma marca chinesa importando carros. A marca afirma que negocia com parceiros locais a instalação de uma linha de montagem, assim como união com o Senai, para consolidação de um centro de desenvolvimento de produto, para ajustar a gama ao gosto do consumidor brasileiro

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